Os cristãos iranianos pedem orações por três cristãos de origem muçulmana condenados a 80 chicotadas cada, por beber vinho em um culto de comunhão.

Yaser Mosibzadeh, Saheb Fadayee e Mohammed Reza Omidi (conhecido como Youhan) foram presos em uma reunião da igreja doméstica (igreja no lar) em Rasht no dia 13 de maio e inicialmente acusados de “ação contra a segurança nacional”. Eles foram libertados sob fiança depois de várias semanas de detenção. Seu pastor Yousef Nadarkhani e sua esposa Fatemeh (Tina) Pasandideh também foram presos, mas não ficaram detidos. No entanto, mais tarde Yousef também foi acusado por “ação contra a segurança nacional”. Todos os quatro aguardam para responder a estas acusações no Tribunal Revolucionário em Rasht no dia 15 de outubro.

Além disso, Yaser, Saheb e Mohammed Reza enfrentam acusações relacionadas com o consumo de álcool, por beber vinho durante um culto de comunhão. Mohammed Reza recebeu a mesma pena de 80 chicotadas pela mesma acusação em 2012, juntamente com outros três cristãos.

Beber álcool não é ilegal para os cristãos, mas pela lei islâmica é proibido para os muçulmanos. As acusações contra cristãos convertidos refletem a real situação: um/a muçulmano/a não pode mudar sua religião.

Yaser, Saheb e Mohammed compareceram no tribunal no dia 10 de setembro para enfrentar as acusações relacionadas ao consumo de álcool, mas o veredicto foi conhecido apenas através do advogado. Eles estão apelando contra o veredicto. Os cristãos iranianos pedem nossas orações para que:

  1. o recurso contra a sentença seja bem sucedido, e que a fé cristã dos três homens seja reconhecida pelo tribunal para absolvê-los dessas acusações que se aplicam somente aos muçulmanos
  2. os três homens, bem como Yousef Nadarkhani, sejam absolvidos das acusações de agir contra a segurança nacional
  3. Deus dê a Sua paz a esses homens e às suas famílias, para que eles não fiquem ansiosos d. todos os funcionários envolvidos tenham misericórdia, ajam com justiça, aprendam  sobre Jesus e escolham segui-lo

Fonte: Middle East Concern